CASTELÃ DA TRISTEZA
Altiva e couraçada de desdém
Vivo sozinha em meu castelo, a Dor…
Debruço-me às ameias ao sol-pôr
E ponho-me a cismar não sei em quem!
Castelã da Tristeza vês alguém?!…
- E o meu olhar é interrogador…
E rio e choro! É sempre o mesmo horror
E nunca, nunca vi passar ninguém!
- Castelã da Tristeza porque choras,
Lendo toda de branco um livro d'horas
À sombra rendilhada dos vitrais?…
Castelã da Tristeza, é bem verdade,
Que a tragédia infinita é a Saudade!

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O que é RPG |
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RPG é um jogo para vários participantes onde todos, à exceção do mestre de jogos, escolhem ser um personagem e o representa num cenário imaginário. O mestre de jogos é o responsável por inventar o enredo, o ambiente e todo o contexto do jogo, aos jogadores cabem fazer seus personagens e interpretá-los da melhor maneira possível. Esse tipo de jogo surgiu em meados dos anos 70 e desde então milhões de pessoas em todo o mundo divertem-se com o RPG. A aventura criada pelo mestre de jogos é narrada pelo mesmo. Este explica o ambiente, o que está acontecendo, os desafios, etc. e pergunta aos jogadores o que eles irão fazer. O mestre funcionará também como um juiz, devendo conhecer as regras do sistema jogado e a partir delas poderá decidir melhor o que estará acontecendo com os personagens dos jogadores e dos personagens criados por ele mesmo. O grande objetivo do RPG é a diversão e ela é geralmente alcançada a partir das respostas dos jogadores às mais diversas ocasiões. Muitas vezes o jogador encarna o personagem de tal forma que de maneira alguma quer que algo de ruim o aconteça, outras situações engraçadas são criadas devido à imaginação dos participantes. O grande ponto positivo do RPG está na maneira como ele diverte. Diferentemente dos jogos de computador onde o jogador apenas responde a estímulos visuais criados no monitor, no RPG o jogador deve, antes de mais nada, imaginar todas as situações criadas pelo mestre e somente depois responder a esses estímulos que tem origem na imaginação. Torna-se claro, por tanto, o grande ponto positivo do RPG, ele acima de tudo cria pessoas criativas e que poderão responder mais facilmente às diferentes situações da vida, justamente por as terem vivenciado anteriormente, ao menos em situações imaginárias. O e-livro-jogo é um RPG onde a total liberdade de ação não está presente, o computador funciona como mestre de jogos o que dinamiza o jogo. Os ingredientes "imaginativos" do e-livro-jogo estão na leitura e nas respostas geradas pelo jogador. Além do mais o e-livro-jogo pode funcionar como um estímulo a leitura muito ausente nos jovens e crianças da atualidade. |
Na falta de algo para postar, coloco este texto (Que eu não me recordo de onde eu tirei) sobre RPG. Estou de férias na universidade, mas não tenho tempo de ficar na internet postando textos. Estou entupido de trabalho tentando compensar pelas pessoas que tiraram férias, o tempo livre esta sendo empregado para escrever uma história que será publicada (Assim espero, mas vai depender do dono gostar ou não do texto) no site da Gazeta de Algol...

TORRE DE NÉVOA
Florbela Espanca
Subi ao alto, à minha Torre esguia,
Feita de fumo, névoas e luar,
E pus-me, comovida, a conversar
Com os poetas mortos, todo o dia.
Contei-lhes os meus sonhos, a alegria
Dos versos que são meus, do meu sonhar.
E todos os poetas, a chorar,
Responderam-me então: "Que fantasia,
Criança doida e crente! Nós também
Tivemos ilusões, como ninguém,
E tudo nos fugiu, tudo morreu!..."
Calaram-se os poetas, tristemente...
E é desde então que eu choro amargamente
Na minha Torre esguia junto ao céu"!...

Imagem extraída do site:
http://vintefaces.wordpress.com/2008/04/27/a-tocha-chega-a-vau-ashaben/
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POEMA Fernando Dias
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Poema É a noite escura de amargura Poema É a luz que brilha lá no céu Poema É ter saudade de alguém Que a gente quer e que não vem Poema É o cantar de um passarinho Que vive ao léu, perdeu seu ninho É a esperança de o encontrar Poema É a solidão da madrugada É um ébrio triste na calçada Querendo a lua namorar Poema É a solidão da madrugada Um trovador em serenata Querendo a lua namorar Poema É tristeza, é alegria É o romper de um novo dia É a dor cruel de uma paixão Poema É um poeta apaixonado A escrever desesperado O que lhe vai no coração.
Imagem extraída do site: http://www.culturalivre.net/2007/10/13/o-primeiro-poeta/ |
Diário pessoal, 11 de Maio de 2008 as 04h15m AM
Já tem um tempo que não escrevo diários pessoais, tudo começou com a minha entrada na universidade e a conseqüente total falta de tempo, são muitas pesquisas e trabalhos a se realizar, na verdade um bom modo de se livrar das provas.
Bem, não é bem isso que eu desejo deixar registrado aqui neste momento, a verdade é que já são quatro e quinze da manhã e acabo de acordar, no meu sonho eu havia pegado um ônibus errado para ir à universidade e por decorrência disso acabei não conseguindo chegar.
Acordando de manhã cedo na minha velha casa, casa esta que por sinal não existe mais, casa esta onde moravam meu tio e sua finada mãe, olhando para um antigo relógio de parede dado por minha mãe à sua sogra, vejo que já eram seis e meia da manhã, caminhei pelo corredor comprido até a cozinha, um detalhe interessante era que a casa apesar de ser de madeira a cozinha era de ovenaria, chegando lá dava para ver a minha falecida avó através de uma espécie de porta deitada em seu quarto, ela abriu um pouco os olhos e disse “-Vai se deitar, ainda é cedo-” mesmo embora tanto naquela época quanto hoje em dia seis e trinta já era considerado tarde, pessoalmente, nos dias de hoje, eu costumo acordar por volta de cinco e meia da manhã, no sonho haviam algumas bocas do fogão que ainda estavam acesas -teria passado a noite toda assim- perguntava a mim mesmo temendo que, ou meu tio ou minha avó pudessem despertar de fato e ir até lá ver o que estava fazendo, alguma coisa me dizia que tudo estara assim por minha causa, apaguei os fogos, guardei as panelas, coloquei tudo na geladeira e fiquei um tempo lá parado olhando para minha avó deitada em sua velha rede de tecido grosso, ela se negara dormir em cama por motivos que até hoje desconheço, alguma coisa dentro de mim dizia que havia algo errado naquela situação, seria eu fora de tempo, ou eu inserido ali naquele momento, -Algo estava fora de época- pelas janelas não conseguia ver as casas da vizinhança, somente podia ver um turvo laranjado condizente com minhas lembranças daquela época...
Quando minha avó faleceu, eu estava no colégio estudando no turno da tarde, por sinal numa sala onde eu nunca havia estudado, meu pai chegou e conversou com a minha professora, eu não esperava vê-lo naquele momento nem sabia o motivo por ele estar lá, a professora me chamou para falar com ele, quando me dissera logo em seguida que ela havia falecido no hospital, aquilo foi um choque na época, não tanto pelo fato da tristeza de saber sobre seu falecimento, mas pelo fato de ter-mos brigado antes de ser levada ao hospital, eu sabia que nunca mais a veria viva e que nunca mais pudesse pedir desculpas pelo que dissera a ela, na época eu devia ter meus quatorze anos, não me lembro, ela morreu chateada comigo tanto quanto eu com ela, não me recordo o motivo da discussão, mas deduzo que fosse devido a sua avançada esclerosisse.
Já são quase seis da manhã, levei muito tempo para por a mente no lugar e escolher as palavras certas para a composição deste diário, fora o fato de não ser muito bom em relembrar eventos de sonhos, me sinto agora um pouco entristecido, acho que deve ser as conseqüências dos sonhos e recordações desencadeadas e combinadas com as músicas que eu baixei ontem do Johnny Cash, uma delas até fazendo par com Bob Dylan. Quando eu escuto esse cara cantar, eu passo a pensar sobre a morte, mas de uma maneira meio obscura, desolada e inevitável, um mundo sem ninguém além de mim prestes a morrer, onde todos já se foram menos eu, acho que é algo sobre meu próprio fim e das pessoas a quem gosto, faz com que eu me sinta diante de algo que faz-me temer, mas que não me impede de continuar olhando, muito menos me faz fugir, são coisas estranhas inseridas em minha mente que só eu entendo, que não consigo ou não me atrevo colocar no papel, sintetizar em palavras, acho que deve ser a inerência do medo que sinto.
Ainda não entendi porque meu relógio biológico inicializou meu sistema fisiológico as quatro e quinze, terá sido a janta de ontem, um frango frito por fora e meio cru por dentro, ao ir no banheiro percebo que não tem nem sabonete e nem pasta de dente, não tem problema, vou visitar algum amigo que não vejo há algum tempo e pegar alguns sabonetes e pasta de dente, depois eu devolvo.
A música acabou...


- Brasileiro é um povo solidário
Mentira.
- Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade…
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.
- Brasileiro é um povo alegre. Mentira.
Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias
- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
- Já foi;
Hoje é uma qualidade em baixa. - Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa se não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como “aviãozinho” do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
- O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei. A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense!
O famoso jeitinho brasileiro. Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um “gato” puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na
loto… malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero.
Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa…
O Brasil é o país do futuro. Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram…
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro. Puxa, essa eu não vou nem comentar… O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar .
Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
?
(Trecho de História Proibida)
Parece que vivemos a vida numa eterna e mórbida espera. Seja por algo que sabemos o que é, ou não fazemos a mínima idéia do que seja, e nem se realmente existe. As vezes sentimos ou no fundo desejamos que algo irá nos encontrar, que nós é quem estamos perdidos nesse mundo alienígena cheio de hostilidades, preconceitos e indiferenças. Mas ele, ela ou aquilo não vem, não chega, não quer chegar ou não pode chegar. Enquanto isso, nos viramos de um lado a outro na cama a procura do perfeito aconchego letárgico. Mas como reflexo de nosso corpo inquieto transpirando sob o lençol da própria ignorância, está nossa mente alheiamente ínfima tentando discernir verdades de Mentiras ou incertezas contidas em nosso próprio subconsciente atormentado. Quando nos damos conta, estamos a despertar involuntariamente no meio da noite e em meio a sepulcral escuridão de nosso quarto claustrofóbico, dizemos a nós mesmos-“Preciso Ser Forte!”-. Mas esse lampejo de força que nos faz buscar por um resquício de esperanças, se torna uma cruzada em busca de alguém que pelo menos entenda nosso obscuro ponto de vista, ou que se lembre de nós para não nos tornamos a morte mais forte que a morte, O ESQUECIMENTO. Entretanto, este ser só parece existir em nossa mente turva e atrasada na escala da evolução.
Então, voltamos ou pelo menos tentamos dormir, nos deixando tragar novamente pelas trevas do mero ser, até que o dia amanhece e nos damos conta de que o verdadeiro pesadelo apenas começou... Durante todo o decorrer do dia, procuramos companhia dos falsos amigos e amores que só querem sugar de nós o restinho de vida que não temos, em pró de seus prazeres luxuriosos, e isso só faz tornar nossa existência algo intercalado como o elo de uma corrente enferrujada que nos puxa a todos rumo ao mesmo abismo, ou um sumário mero piscar de olhos na visão de um tempo infinito, que nunca retrocede pelo nosso próprio bem...
E finalmente, quando novamente a noite recai sobre as cabeças dos justos e injustos, procuramos um falso escudo protetor contido num copo de água ardente sobreposto num balcão sujo e cheio de insetos peçonhentos. Onde lacrimejamos sob o mesmo as magoas que ninguém mais quer ouvir, além daquele ser que não chega por parecer não existir. Tudo porque, no mais, apenas buscamos por um minuto de paz para esse nosso coraçãozinho apaixonado (Ababacado) por um amor que nunca vimos, mas que sentimos pelo mero uso do termo NECESSIDADE, que criamos em nossa mente em momentos dormentes como um mecanismo de defesa que ainda insiste em nos manter vivos mesmo apesar da evidente precariedade.
A noite ainda é uma criança, mas impedidos de busca de mais um gole, nos vemos agora esgotados pelos limites de nossos esforços financeiros, além dos nossos sacos estarem cheios. Sendo assim, abandonamos aquele bar que outrora éramos bem vindo, mas que agora não somos mais; para vagar divagando rumo ao nosso pequeno mundinho chamado LAR. E quando chegamos lá, depois de tanto andar por ruas cheias de transeuntes carnais tão esquecidos no mundo quanto a nós mesmos, nos deitamos em nossa cama vazia, desprovida do amor a qual seriamos capazes até de jurar morrer por ele, esperando não cair numa desgraça que nos condene a alma num decair sem redenção rumo ao inferno da perdição, e como dizia meu grande amigo imaginário, Foresth,-“Quisera não condenar minh’alma por um subterfúgio nas mãos da dama chamada EUTANÁSIA...”
H.P. The Movie por J.F. Souza

Alis
Por J.F. Souza (Yoz)
Quase 20 anos depois de seu lançamento, o Phantasy star II ainda continua a me surpreender. Bem, eu estava num processo da captura de Sprites Sheets dos personagens do PSII, quando me ocorreu uma experiência meio doida a se fazer:
“O que ocorreria se eu tivesse com mais de uma Shir no grupo, e fizesse com que elas roubassem uma loja...?”
O que ocorreu foi uma surpresa que me deixou em dúvidas quanto ao título deste bug, pensei até em chamá-lo de “O exercito de inúteis NPC’s.” Mas resolvi não denegrir a imagem desses personagens que, querendo ou não, ajudaram Rolf a livrar Algol do Cérebro Mãe. O que ocorre é o seguinte: “A Alis aparece na casa de Rolf”. É isso mesmo que você leu. Porém, quando você vai checar os status, aparece a imagem da bibliotecária, e o Sprite Sheet do personagem é algo denominado apenas com a palavra “DEFORMADO”. Concluo com isso duas possibilidades:
1) Será que depois de 1000 anos, a Alis virou uma mera bibliotecária de uma torre central...? (Besteira! não acredito nisso!)
2) Ou será que a SEGA Tinha intenções de inserir a Alis no Phantasy Star II até mesmo nos processos de programação do jogo...? (Minha teoria)
Este bug nada mais é do que um apoio de uma teoria, do que algo realmente frutuoso. Existe uma reportagem extraída do Phantasy Star Compendium chamada “A Historia de Phantasy Star II que não foi aprovada” ou ”Mundo Reverso de Phantasy Star II”, o original foi escrito por Rebecca Capowski e traduzido para o português por Orakio Rob.
O personagem principal desta história seria Lutz (O mesmo Noah do PSI), a denominação dos demais personagens não é definida, entretanto, nas fotos do compendium, é mostrado que eles são bem parecidos com os personagens do PSI.
Este seria grupo do PSII alternativo. Qualquer semelhança
com pessoas vivas ou mortas pode ou não ser mera coincidência...
Bem, o que validaria esta minha teoria que não é bem uma teoria...? Ela é embasada por vários fatores comprovados:
1º) Porque a Alis...? Jogando o Phantasy Star GAIDEN, que se passa no ano AW813, ou seja, 471 anos depois de PSI, encontramos a Alis adormecida dentro de uma câmara criogênica. No final deste jogo, ela diz para sua filha Mina que precisa deixar Copto e retornar para Algol e salvar o sistema de uma nova ameaça.
2º) Jamais foi explicado o que realmente aconteceu com ela após ter saído de Copto, que, segundo algumas fontes, fica ha somente 1 ano-luz de Algol. Na certa ela emergiu no mesmo período ou antes da chegada dos homens da Terra em Algol. É só fazer a ligação: Segundo a bibliotecária da torre central de Paseo, o Cérebro Mãe foi trazido oficialmente para Palma no ano AW845. Existe um diferencial aproximado de 32 anos entre Phantasy Star GAIDEN e a implantação do cérebro mãe
Bem, voltando, eu acho que a SEGA tinha em mente o plano de inserir Alis no Phantasy Star II que conhecemos hoje.
Porque...?
Simples: O próprio jogo do Phantasy Star II denomina o nono personagem como Alis...
Como...?
É aí que entra o bugue:
Para fazê-lo, você precisa do código de Game Genie que eu descobri através da modificação de outros códigos “A9DS-8AAL”, que insere Shir a força na segunda posição do agrupamento da fila indiana, em seguida, insira outras Shir’s no grupo. Para isso, com o código ligado, basta mudar a posição dos personagens colocando os outros personagens que não seja Shir na segunda posição, o resultado será este:
Depois, vá para uma loja qualquer e fique entrando e saindo até que pelo menos duas das Shir’s desapareçam do grupo (Obs: Após isso, desligue o código de Game Genie)... Logo em seguida retorne para a casa de Rolf. O resultado será esse:
Tanto faz responder sim ou não, só não a renomeie, ela será denominada nesse momento como Folha de Maruera, como Rudo, ou Shir ou qualquer outro nome dependendo da situação. Agora recrute este personagem para o grupo. A posição dele estará conforme indicada na foto (Seta verde na foto) 7ª posição, 9º personagem, e observe que seu nome é Alis (Círculo verde na foto).
Com ela no grupo, vá até o Laboratório de Clones e pague M$T 6.240,00 para ressuscitá-la. O resultado será isso:
Uma mistura catastrófica de Mongolóide malhado com o filho da cruza da bruxa de Blair com o Freddy Krueger, ou seja algo que a natureza não deveria conceber... Agora entre numa luta, que será visto o resultado de um pecado mortal contra todos os Deuses Algolianos. Vai ser a coisa mais estranha já vista, interfere até nos inimigos.
Se continuar fazendo esse truque, a casa de Rolf, no final das contas, estará repleta por uma cambada de inúteis personagens anômalos cujo suas aparências gráficas reagem “disarmonicamente” aos elementos do cenário.
Apesar de não conseguir explicar o que aconteceu com Alis depois de GAIDEN, com isso concluo sem mais delongas a minha teoria sobre a presença de Alis Landale no Phantasy Star II. A questão é: Ela realmente está presente no registro mesmo embora nessa forma berrante que fora mostrada anteriormente.
Phantasy Star IV Expresso Rykrusiano
Quem diria que a próxima passagem estaria bem de baixo do meu nariz, ou melhor dizendo, bem acima da anterior...
Caminho mais curto para Dezoris...
O que será que esses caras da SEGA tinham em mente criando estas passagens... Até o nosso amigo erudito fica desconfiado...
Phantasy Star IV Expresso Dezoriano
Logo no início do jogo, você ativa o código de atravessar paredes, quando Chaz aparecer sozinho na universidade, faça ele andar para a direita...
Você entrará num ponto de teletransporte e vai parar sozinho em Dezoris bem no meio da tempestade de neve...
Será que a Alys conhecia o planeta de Gelo...? Acho que não, ela me parece bem confusa, vejam por suas próprias palavras...
Será que ainda existem muitos pontos de teletransportes anômalos espalhados por aí...?
Uma rosa deixada para uma FlorBela
http://perfumedelaranjeira.blogspot.com/
Ninguém é infinito.
Uma rosa com perfume de laranjeira;
Nova e bela, deixada postà…
Cabeceira dela...
Abaixo dos dizeres FlorBela,
“Minha amada pureza da tarde,
Ai está você iluminando um túmulo de paz;
Imponente...
Símbolo do inerente nascimento e morte”...

Bem, este poderia ser a minha homenagem pessoal ao dia das mulheres. Um dia de antecipação já que não poderei entrar na internet amanhã. Então, como simbologia, direciono esta homenagem através desta grande mulher chamada FlorBela... Que mesmo embora a vida não lhe tivesse lhe dado grande sossego, desejo-lhe que descanse em sua merecida paz para todo sempre...
EU
Florbela Espanca
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino, amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!

VAIDADE
Sonho que sou a poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!
Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher todo o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!
Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a Terra anda curvada!
E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada!...

Diário pessoal, 14 de Fevereiro de 2008 as 05h21m PM
Sinto-me como se tivessem enfiado uma faca no meu peito e depois torcido até ficar num estado em que não mais cicatrizaria. Solicitei um consenso para poder entrar mais cedo no trabalho e sair mais cedo (Sem prejudicar a carga horária) para poder chegar em tempo na universidade, entretanto, o secretário de saneamento indeferiu meu pedido alegando que eu consigo chegar em 30 minutos até a universidade. Bem, ele poderia chegar, já que tem carro. Mas e para fudidos que nem eu que dependem de coletivos...? Meu chefe imediato não pode fazer nada a não ser dizer que este é o preço do progresso, acho que é por isso que existem revoluções, crimes, assassinatos a sangue frio, protestos. Não consigo acalentar este sentimento de raiva que pulsa no meu peito, só em pensar que eu chegarei diariamente em torno de quarenta minutos atrasado, já sinto vontade de esmurrar o monitor na minha frente e sair quebrando tudo o que tiver na minha frente no corredor até chegar no gabinete e chacinar todo mundo. Porém, sei que jamais farei isso, sou incapaz de usar de violência estrema para resolver meus problemas, até porque não resolveria.
Já são 5h33, se eu tivesse saído as 5h, eu poderia chegar com folga se o trânsito não estiver congestionado. Pelo visto este será o primeiro dia em que terei de chegar atrasado... Maldito seja...!!! Maldito seja esses gestores de merda que realmente não são gestores...

Diário pessoal, 01 de Fevereiro de 2008 as 07h09m AM
As vezes penso estar nadando num mar de frustrações. Justamente quando me restara pouco tempo de tempo livre, meu computador queima e as peças de reposição, além de serem caras ainda estão difíceis de serem encontradas. Hoje o expediente aqui no serviço irá até ao meio dia, pelo menos são os que dizem os canais quase oficiais. Bem, isso é o que dar trabalhar num lugar desorganizado em que as notícias não são divulgadas por um canal documentado. Provavelmente só estarei retornando depois do carnaval. Minha namorada deseja que eu a acompanhe até Salinas para passar o carnaval. Entretanto, dependo de vários fatores para que isso possa ocorrer.
A manhã hoje está “chuviscosa”, as pessoas de férias estão retornando hoje, ficarei sem internet e computador por todo o período do carnaval... Bem, o que mais eu posso dizer...?

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