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Now the history can be told (T.S.C. Project)
Olha só! Quem diria! 4 anos de existência este diário eletrônico esta completando hoje, recebi um aviso eletrônico me informando disso, e confesso que já tive vários outros diários como este, mas eles definharam e morreram por causa de inúmeras causas, e veja só como me encontro hoje...: Trabalhando que nem um condenado e contra o tempo para resolver uma série de coisas tanto no ambiente profissional quanto no universitário, tudo isso para garantir a minha formatura este final de ano.
“Joe-Jol-A-Thu!” Antigamente eu costumava andar “agarrado” a cadernos com inúmeras anotações minhas, quer seja algo que vi, li, ouvi ou senti de alguma forma, quer seja por um dos cinco sentidos ou pelos inúmeros complexos sentidos dos sentimentos...
“Você tem que estar em conspiração constantemente contra si mesmo!”
...qualquer idéia que atravessasse a minha mente, qualquer pensamento desencadeado por qualquer estímulo eram logo registrados nesses cadernos. Confesso que nessa época eu escrevia muito, terminava um caderno e logo e eu tratava de arranjar outro, escrevia bastante durante as...
“Até pouco tempo, as imagens do meu passado mais distante estavam sumindo conforme o tempo vai passando. (J.F. Souza)”
...folgas. Pois nesse período eu trabalhava na Agrimensura (Diferente de hoje que estou na parte de projetos) e isso me dava uma certa folga de vez em quando (Coisa que agora é raríssimo). Lembro que passava horas desenvolvendo alguma escrita.
“- Você esta abrindo a caixa de pandora!”
“- Eu sou só a chave... (Histórias Proibidas)”
Hoje foliando rapidamente um desses cadernos que havia sido derrubado no chão por uma gata bem arteira tentando me por de pé muito antes do horário normal, topei com muitas coisas que nem me lembrava mais, registros de diários, pensamentos, anotações psicológicas, idéias e textos inspirados em Phantasy Star II.
“Vocês trouxeram intolerância suficiente não só para me trazer à este mundo como para me manter nutrido e invencível” (Dark Falz)
Tanto que estou escolhendo trechos aleatorios deste caderno e os inserido aleatoriamente no meio deste taqui Bem... Hoje eu ainda escrevo muito, mas não tem nada a ver com o que eu discernia antigamente, são somente coisas que sou obrigado a escrever devido aos caprichos acadêmicos ou profissionais.
“Kapontanna (Lenda antiga do folclore Palmano): Diz que matou o próprio pai e usou seus restos mortais para trazer vida mortal ao universo.”
Está na hora de dar menos atenção a este diário eletrônico e maior atenção aos meus múltiplos trabalhos de hoje, com isso encerro aqui com um trecho de uma história que escrevi e que se encontra atualmente publicada no site Gazeta de Algol e uma das imagens mais bem feitas do mais cruel Algoz de Algol.
– Ok, eu esperei muito tempo por um corpo compatível para fazer o teste com isso… – Giuseppe se aproxima de uma grande câmara metálica disposta em posição vertical com a forma de um caixão fúnebre blindado, em sua porta está escrito…
“Cyborg Fembot Type Myew S.2.”
“A eternidade é regida por uma névoa de probabilidades cujos eventos são concebidos através de um entrelaçado infinito de decisões. Este andarilho senciente, responsável por estas deliberações, acaba causando o surgimento das inúmeras facetas de sua própria história, essa natural tendência em manipular os eventos de seu presente, acabam adulterando futuro e, de alguma forma, até mesmo o passado. Ele insiste em contemplar esta cadeia de fatos que ocorreram ou deixaram de ocorrer, sabendo que quando um evento está em ação, um colapso ocorre por não ter a capacidade de perceber qual é a verdade dos motivos por ele próprio estar ali. Sua maior limitação é ver o tempo de maneira linear ao invés de simultâneo.”

Escrito por J. F. Souza às 06h05 AM
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Mais Livros de Phantasy Star Com certeza esse dia é um dos mais grandiosos nas vidas dos fans dessa maravilhosa obra chamada Phantasy Star... Com certeza um dos mais felizes da minha vida...
Porque...?
Por causa disso...: 
Todos eles são livros raríssimos que só foram lançados no Japão, e por causa disso, as pessoas que o compravam não tinham coragem de sacar as páginas e escaneá-las para o bem e a felicidade nos olhos dos demais fans da série. Mas temos um herói humano de espírito Algoliano que teve a audácia de comprar os livros só para arrancar as páginas, escaneá-las e dar um belo chute nos traseiros dos patifes egoístas... :-)
Orákio, queira se levantar da multidão e se dirigir até o palanque para seu discurso. ;-)
Hehehehehehehehe
Mas vamos a um breve comentário sobre os livros conforme as limitações de meu conhecimento sobre os mesmos...:
Livros da imagem acima...:
O do topo é o “World of Phantasy Star” um livro com muitas informações (Tantas ou até mais do que o próprio Compendium que é considerado por muitos como a bíblia do Phantasy Star), imagens e até entrevistas com a galera por de traz da concepção do jogo e um dos mais esperados por todos.
A esquerda é um livro denominado “Futabasha Book” (Phantasy Star I Livro de aventuras)... bem, para aqueles que são do ramo do RPG já devem conhecer o estilo onde o leitor decide os rumos dos personagens da história escolhendo entre as alternativas as vezes podendo influenciar até mesmo no desfecho da história... Pessoalmente eu considero este estilo de escrita revolucionário, mas não é todos que tem a oportunidade de ler algo assim. Felizmente eu tenho alguns desses lá em casa...
Os demais também são conhecidos como “Futabasha” sendo o de baixo do Phantasy Star II (Meu preferido) e o da direita é do Phantasy Star III (Apesar de ser considerado como a ovelha negra na boca dos lobos fans de Phantasy, este para mim é um dos que eu mais gosto e merece respeito)... Vale ressaltar também que esses livros são recheados de imagens que mesmo os mais veteranos da séria nunca viram... Vale a pena até mesmo pro pessoal que não conhecem a série, pois a arte é de tirar o fôlego...: 
Alguém acima dos céus observando a maior catástrofe a abater os viventes do sistema Algol...

Mium! Adoro você... Sua fidelidade para com o Rei jamais será esquecida. Quem quiser saber mais sobre essa andróide aí (E sua história dramática), basta jogar Phantasy Star III.
Mas agora vamos a um breve desabafo...:
Eu me lembro, nos anos noventa, de ver muitas imagens de Phantasy Star que saiam na internet, principalmente imagens do Settei Shiryou Shuu (Phantasy Star Compendium), e eu ficava no meu cantinho me perguntando:
“Quantas mais dessas imagens incríveis ainda devem existir...?”
Pois bem, os canalhas que compravam esses livros de Phantasy Star, que de certa forma são obras responsáveis por expandir a mitologia da séria explicando coisas que não eram explicadas nos jogos, os guardavam nos mais profundos cantos de seus quartos junto com suas revistas pornográficas para mofarem com o tempo... Na verdade eu não tiro suas razões, pois fazer o que iremos fazer, somente sendo muito fan da série mesmo.
Já disse e repito:
“Phantasy Star II para mim é o melhor...”
Mas com certeza o Phantasy Star III vai ficar eternamente nos corações de muita gente incluindo eu mesmo. Por isso eu fecho esta matéria escrita as pressas, no horário de trabalho e no ultimo momento com uma foto do “Futabasha Book Phantasy Star III”...:

Felicidades a todos nós... Para aqueles que quiserem saber mais sobre esses livros ou quiserem acompanhar o andamento do escaneamento dos mesmos (Dentre outros assuntos referentes a Phantasy Star), podem entrar no Blog de Algol clicando aqui.
Escrito por J. F. Souza às 03h37 PM
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PEQUENINA Florbela Espanca (À Maria Helena Falcão Risques)
És pequenina e ris... A boca breve É um pequeno idílio cor-de-rosa... Haste de lírio frágil e mimoso! Cofre de beijos feito sonho e neve...
Doce quimera que a nossa alma deve Ao Céu que assim te fez tão graciosa! Que nesta vida amarga e tormentosa Te fez nascer como um perfume leve! O ver o teu olhar faz bem à gente... E cheira e sabe, a nossa boca, a flores Quando o teu nome diz, suavemente... Pequenina que a Mãe de Deus sonhou, Que ela afaste de ti aquelas dores Que fizeram de mim isto que sou!

Escrito por J. F. Souza às 10h25 AM
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Voar Tente simular por um momento, enquanto avança sobre continentes reinventados de memórias recentes inconscientes dita de forma que seu espírito tome naturalmente um oceano de mentiras, a habilidade de voar. Pois este é somente a única oportunidade de se experimentar tal perspectiva, que se pode realmente avaliar a insignificância do homem mediante a sua própria criação: “O Super Homem”. Sinta-se livre enquanto é atraído para o alto e avante pelas plataformas utópicas da felicidade verdadeira. Sobrevoe os monumentos de poder e ambição construídas sob infra-estruturas pútridas cheia de miséria e cinismo; onde a auto-depreciação se esconde atrás de janelas com grades e paredes grossas, e estradas pavimentadas com crueldade cortando os gramados da esperança doente através de vizinhanças decompostas moral e socialmente, podres de doenças e fobias, onde o bem e o mal usam máscaras cerimoniais para dançar um ballet estilizado, violento de proporções místico-bíblicas e ao redor das provações flamejantes expelidas pela própria alma humana.

Swamp Thing
Escrito por J. F. Souza às 01h56 PM
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Pior doença da face da terra Tenho apenas uma coisa a dizer...:
 “Não é porque vocês se elegeram com a maioria dos votos que isso queira dizer que vocês são capazes de pensar.”
Yoz
Escrito por J. F. Souza às 11h20 AM
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Sprite Sheet na Gazeta de Algol To dando uma passada aqui só para divulgar um trabalho meu de Captura de Sprite Sheets de um jogo antigo de Master System chamado Phantasy Star I, que foi nada mais nada menos do que o primeiro jogo de RPG a ser traduzido para português pela Tec Toy em 1991. A Tectoy é uma empresa brasileira de videogames e eletrônicos que faz parte da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos). Na época da tradução do Phantasy Star I a Tec Toy era representante Brasileira da empresa "Service Games" (SeGa).
Quem quiser olhar o link é esse aqui...:
http://www.gazetadealgol.com.br/diversos/sprites/start
Detalhe, no fim da página tem uns Sprites personalizados que eu criei a partir de outros pedaços de outros Sprites...
A divulgação oficial do trabalho esta aqui...:
http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=151
Quem quiser comentar fique a vontade...
PS: Futuramente eu irei realizar o mesmo trabalho de captura de Sprites do Phantasy Star II. 
Escrito por J. F. Souza às 09h54 AM
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“O Amor que sentimos por um sonho, nos faz vencer qualquer medo de não realizá-lo.” J.F. Souza (Yoz)  Esta animação foi criada pelo meu amigo Monocromático, um cara super talentoso em desenho e animação, e isso não é puxasaquismo não, se eu tivesse metade do talento que esse cara tem, com certeza seria mais fácil para mim realizar muitos dos meus sonhos que ainda não realizei... Ha! Não deixem de entrar na minha Galeria de Sprite Sheets de Phantasy Star
Escrito por J. F. Souza às 09h55 AM
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Phantasy Star II Defesa Total Quem se lembra daquela curiosidade do jogo Sword of Vermilion (A Espada de Vermilion) que consistia em equipar e remover repetidamente um equipamento amaldiçoado reduzindo-se assim o ataque e a defesa do personagem até zero, com isso fazendo com que ele salte para 9999? Bem, nesse jogo, quando fazíamos isso, o personagem (Filho do Rei Erik) ficava tão poderoso que um ataque era capaz de matar qualquer inimigo do jogo, além de sofrer somente 1 ponto de dano dos inimigos incluindo o último chefe. Pois é, algo semelhante pode ser feito em Phantasy Star II, mas não com o Ataque, mas sim com a defesa e a agilidade. Vamos à dica então. Antes de mais nada, porém, é necessário saber que essa dica funciona melhor se o personagem já estiver no nível máximo, de preferência nas partes finais do jogo onde já se tenha a melhor armadura, pois ele não corre o risco de quando ganhar um nível desfazer a dica e acabar ficando com pouca defesa. É mais ou menos como ocorre com o SofV, onde o truque era desfeito quando você evoluía de nível, mas se você estiver no nível máximo, seus efeitos são permanentes. No que consiste essa dica no Phantasy Star II...? Simples, você irá reduzir o valor da defesa a tal ponto que quando ele ultrapassar negativamente o valor ZERO, ele vai saltar para os valores finais, algo além de números, letras ou pedaços de imagens. Agora só mais um adendo...: Essa dica é bem difícil de se explicar, mas quando se pega a manha torna se fácil, contanto que se fique atento aos detalhes, quem já conhece a dica de clonagem de itens, vai manjar logo de cara, é só prestar atenção que a coisa não fica tão complicada. Outra sugestão: Antes de começar crie um salve reserva, pois irá ajudar a não errar no processo, pois se errar, o jogo não poderá ser prosseguido, (Essa dica é muito perigosa). Como criar um Salve reserva: Como exemplo usarei o DebuGens que é para mim o melhor emulador de SEGA Genesis que existe. Prepare tudo num salve em qualquer SLOT, no meu caso usarei o SLOT 2. 
Em seguida pressione o F7 para colocar no SLOT 3 (Que devera estar disponível) e pressione F5 para salvar o progresso (O SLOT 3 será o salve cobaia onde faremos o processo). 
Se houver uma falha no processo, basta pressionar F6 para retornar para o salve reserva, pressionar F8 para recarregar o jogo e criar um novo Salve cobaia do mesmo modo que indicado anteriormente. Agora uma dica não tão necessária: Se você quiser, anote quanto o personagem tem de defesa estando ou não estando equipado com a armadura para fazer a comparação posterior. 
Agora eu ensinarei como deixar o personagem com tanta defesa que os ataques dos inimigos (Somente os direcionados a um personagem) simplesmente não funcionarão, e essa explicação será dada através de um passo a passo cheio de imagens para facilitar, portanto siga-o a risca. Primeiro: Você precisa ter mais de oito (8) itens com o personagem a qual se quer fazer a dica, para surgir o PROX. 
Segundo: Este personagem deverá ficar próximo da saída da cidade (Mais recomendado) ou então próximo de uma habitação onde se possa entrar e sair novamente (Não tão recomendado para iniciantes). 
Terceiro: Deixe o personagem equipado com a melhor armadura que você tiver. 
Obs: No meu exemplo usarei o Rolf equipado com o Colete de Lacônia. Quarto: Com o personagem equipado, vá até itens e selecione a mesma armadura e pressione o botão “C” para surgir o quadro escrito USA, PAS, DEX. 
Quinto: Volte para EQP, coloque em cima do primeiro PROX e pressione “C” para exibir o restante dos itens no segundo quadro. 
Sexto: Aqui é que começa a brincadeira, coloque em cima de PROX e pressione “B” e ”C” juntos. Para você saber se funcionou, devera aparecer esta tela...: 
Ou seja, você equipou o item abaixo do primeiro PROX como se ele fosse o Colete de Lacônia, e detalhe: “você já estava equipado com ele”. Mais uma observação, se falhar uma vez, bota tudo a perder, por isso que eu disse para você criar um salve extra e ir salvando a cada êxito. Mas vamos prosseguir com calma para facilitar a coisa. Sétimo: A partir da tela acima, pressione “C” (UMA VEZ) só para confirmar que você equipou o Colete de Lacônia, irá surgir essa tela: 
Obs: O cursor ficará piscando em cima do item abaixo do primeiro PROX (No caso o Visiphone). Oitavo: Ainda nessa tela, pressione para cima, para ficar em cima do PROX novamente e pressione “C”. 
Nono: Depois aperte para cima novamente e pressione “B” e “C” juntos (Repetindo o passo a passo anterior). Se essa tela surgir novamente... 
...é porque tudo esta correndo bem. Outra coisa, nessa tela aí em cima, pressione F5 para salvar, pois se você errar a pressão simultânea dos botões “B” e “C” (O que é muito fácil de acontecer) poderá pressionar F8 para recarregar o salve e partir de onde parou. Décimo: O processo devera ser repetido nove (9) vezes. Se der tudo certo, na ultima vez, surgira essa tela aqui: 
Não aparecerá nenhuma mensagem escrita dentro da caixa de diálogo. ATENÇÃO: Nesta mesma tela NÃO PRECIONE nenhum dos botões (Seja ele “A”, ”B” ou ”C”), e nesta mesma tela você já poderá movimentar o personagem (sem que as telas de equipamento desapareçam) conforme indicado na tela abaixo: 
Use essa liberdade para sair da cidade e entrar novamente. Olha só o que aconteceu: 
Um quadro diz que você esta equipado com o Colete de Lacônia, mas no outro, contraditoriamente, não aparece o “E” ao lado do Colete indicando que você esta equipando o mesmo, mas mostra que você esta equipado com o Visiphone (Que confusão) e repare a sua defesa: Esta mostrando o valor 205 e observe na terceira foto deste tutorial que ele deveria estar com 398. Décimo Primeiro: Agora você precisará repetir todo o processo novamente. Observação: Não se preocupe, nesta segunda vez, com o fato de você estar equipado com o Visiphone como se ele fosse um Colete de Lacônica, a única diferença é que ao invés de você começar equipando o colete, você começará retirando o mesmo, o que realmente importa é você iniciar o processo com o personagem equipado com a armadura. Após concluído todos os processos (Talvez não passe de três) o valor de defesa ficará mais ou menos assim: 
Só mais um adendo: Se caso acontecer de seu personagem ficar equipado com o item abaixo do primeiro PROX (No meu caso com o Visiphone), basta você equipar uma outra armadura diferente da que você esta usando. Resultado em batalha: Quando for lutar em batalha, a grande maioria dos ataques simplesmente não irão atingi-lo, mas os ataques de múltiplos alvos poderão acertá-lo. Se alguém quiser, depois eu publico como fazer isso com a agilidade, mas o processo é muito parecido com algumas pequenas variações. Entretanto, o fruto em se ganhar agilidade total não é bom como se espera e nem ruim. Pois só permite que você ataque primeiro do que o(s) inimigo(s), e nunca dará dois ataques na frente dele, pois a regra dos turnos precisará ser obedecida com os personagens, e isso não o deixará mais rápido para fugir, ou seja: os inimigos continuarão bloqueando o caminho na mesma freqüência irritante de antes.
Escrito por J. F. Souza às 03h00 PM
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Transcritos de Psicologia
Porque é que, com tudo que o homem moderno realizou com a assim chamada civilização, achamos suas filosofias e formas de arte obscurecidas pelas tendências gêmeas do niilismo e do fanatismo, enquanto estamos em pleno século vinte e um?
Seria porque, quando o inesperado acontece e somos envoltos por eventos fora de controle, que nos voltamos para as valiosas teorias sociais sobre as quais construímos nosso mundo, só para vê-las estourando bem na nossa cara?
Ou seria porque, assim como o homem de Neanderthal, escondido em sua caverna, nós ainda projetamos nossos medos de qualquer coisa que não conseguimos entender, efetivamente nos isolando dentro de sistemas de crenças obsoletas enquanto gritamos para nossos totens modernos?
Muito freqüentemente o chamado é respondido por uma nova raça que escolheu por opção planar sobre os limites da humanidade, exibindo sua superioridade, no próprio ato de nos proteger. Enquanto torcemos selvagemente enquanto este grande herói voa para enfrentar o inimigo, resplandecente em seu uniforme espalhafatoso, deixando-nos felizes, ignorantes e apáticos ao fato de que, desta forma, estaremos nos isolando da participação dos verdadeiros problemas da humanidade.
Aprisionados dentro de nossa própria inferioridade na balança da evolução, confrontados com um fluxo interminável de exemplos de nossa própria falta de valor e moral, é de se admirar que o homem moderno ficou preguiçoso e covarde? É de se imaginar que tanto as formas de arte imorais quanto as filosofias estagnadas da humanidade enlouquecida de hoje concordam no mesmo lamento vazio: "BOM DEUS, POR QUE NOS ABANDONASTES?"
Swamp Thing

Escrito por J. F. Souza às 05h28 AM
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Voar
Tente simular por um momento, enquanto avança sobre continentes reinventados com memórias recentes inconscientemente ditas de forma que seu espírito tome naturalmente um oceano de mentiras, a habilidade de voar. Pois este é somente a única oportunidade de se experimentar tal perspectiva, que se pode realmente avaliar a insignificância do homem mediante a sua própria criação: "O Super Homem"
Sinta-se livre enquanto é atraído para o alto e avante pelas plataformas utópicas da felicidade verdadeira. Sobrevoe os monumentos do poder e da ambição construídos sob infra-estruturas pútridas cheia de miséria e cinismo; onde a auto-depreciação se esconde atrás de janelas com grades e paredes grossas, e estradas pavimentadas com crueldade cortando os gramados da esperança doente através de vizinhanças decompostas moral e socialmente, podres de doenças de fobias, onde o bem e o mal usam máscaras cerimoniais para dançar um ballet estilizado, violento de proporções místicas-bíblicas e ao redor das provações flamejantes expelidas pela própria alma humana.

Swamp Thing
Escrito por J. F. Souza às 08h42 AM
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Diário pessoal, 18 de Dezembro de 2008 as 12h15m AM
Bem, já faz tempo que eu estava devendo esse texto, e mesmo entrando de férias do trabalho (Mês de Novembro), tive que devorar os livros para as aprovas do semestre, o que acabou deixando tanto esse texto quanto este blogger a ver teias de aranhas. Agora a coisa inverteu, voltei a trabalhar, mas estou de férias na Universidade, mas em final de ano não tem muita coisa pra se fazer, a não ser, é claro, que tenha algum documento do Ministério Publico para responder.
Vamos agora ao capítulo IV da minha FanFicção Phantasy Star B-rai-N. Este capítulo desfecha a história que tanto me deu prazer (E trabalho também) em escrever, se inicia com um Diário de Atividades Históricas (Não poderia ser diferente) escrita por um dos personagens que eu mais gostei de criar, Foresth o agente historiador (Criado numa outra história minha que eu nunca consegui concluir, a História Proibida), ele fala sobre a queda da nave estelar Intrépida sobre a superfície do planeta de gelo Dezoris.
Aqui eu descrevo alguns detalhes sobre as composições física das naves estelares e o propósito do design, depois eu entro com uma série de textos filosóficos (Diálogos entre Lutz tentando trazer Tyler de seu estado de morte) entrecortado por diálogos (Mostrando pedaços do que esta acontecendo na realidade), eu fiz isso porque as minhas férias de primeiro semestre lá da universidade já estavam no fim e eu precisava terminar essa história para o site da Gazeta de Algol, e não podia ficar descrevendo ambientes em tempo real. Algumas dessas filosofias foram criadas por mim e outras foram adaptadas de outras já existentes especialmente para essa história, o fator pesquisa ainda continuam altos, gosto de pesquisar muito sobre vários assuntos para escrever essas minhas histórias, independente do grau de phantasya ou ficção que esteja nela.
Verônica morreu, apesar de já ter decidido isso antes mesmo de começar a escrever essa história, fiquei com um pesar imenso, pois eu trabalhei tanto nela que acabei gostando da personagem (De faze-la, de descrever seus sentimentos e modos de ser), acho que não é fácil para um escritor "matar" uma criação sua, ainda mais quando é bem caprichada. Já o Tyler, eu não poderia mata-lo por mais que eu quisesse, mas deixei cicatrizes que durarão por séculos marcando sua face para lembra-lo do amor que ele perdeu.
Bem, eu introduzo um personagem chamado Giuseppe, o Doutor responsável por transformar o corpo morto de Verônica em Mother Brain (Cérebro Mãe) seu nome é o equivalente a José (Lembrem-se do "J" de J.F. Souza) que, em hebraico, significa "merecedor de acréscimo divino". Mas em Brain, ele é um doutor asqueroso que, no passado, foi professor de Verônica, a quem era morbidamente apaxonado, o que não ajuda muito porque ele acaba morrendo nas mãos de sua própria criação e paixão.
Quando Verônica acorda em seu novo corpo, ela passa a ver o mundo como uma equação matemática regido pela lógica e desprovida de fundamentos espirituais, sua humanidade se perdera para sempre (Mas não completamente), mas se eu fosse continuar a história, eu deixaria um pouco de sua humanidade intacta em segundo plano conflitando (Atraves do eco de sua própria voz ecoando e se perdendo no vazio) com seu outro eu mecânico, existe também uma entidade que eu gosto de denominar de Falz (Também conhecido como Dark Falz ou Dark Force) que consegue influenciar a ambos, ela adquire essa propriedade (Ou maldição) que a deixa de uma certa forma mais poderosa no momento em que Giuseppe a leva para ver uma estranha e antiga arca, a mesma arca onde estava Dark Force no Phantasy Star III e, posteriormente, o Dark Force do Phantasy Star II.
A idéia de deixar Verônica grávida foi um argumento de expansão que seria usado posteriormente, mas acabei deixando essa idéia de lado, se um dia eu voltar a escrever uma continuação direta para esta Brain, talvez eu use essa idéia.
Os dois individuos que empurram a maca ant gravitacional onde esta o corpo de verônica, era na verdade eram dois Androides, mas eu acabo não dizendo isso de uma forma clara na história (Nenhum pouco clara), deixei a razão de suas postura a cargo do deciframento do proprio leitor. A cena em que eu descrevo o estado de Verônica não foi um dos mais fáceis, nem tanto pela escolha das palavras, mas pelo estado que eu acabei deixando a personagem. Mas com certeza a parte que eu mais me empolguei para escrever foi no trecho que dizia...: "Cyborg Fembot Type Myew S.2.". Quem é conhecedor da mitologia de Phantasy Star, vai saber de cara de quem se trata. Espero ter passado, nesse momento, a mesma sensação de empolgação e nostalgia que eu senti ao criar este argumento.
Quando Giuseppe morre nas mãos de Verônica, seu coração, mesmo separado de seu corpo, continua a bater, isso ocorre por causa da radiação da estrela Algol influenciando sobre a fisiologia Humana Terrestre do Doutor. Seu coração continuaria assim (Pulsando se parar) até que fosse completamente destruído ou deixasse de sofre influencia de Algol. Eu tinha pensado em, se fosse dar prosseguimento a esta história, fazer com que cada ser vivo morto pelo cérebro mãe tivesse seu coração guardado dentre muitos outros, como uma espécie de coleção hedionda de souvenir representando um amor que ela nunca mais poderá sentir.
Quando Tyler acorda num hospital na cidade de Camineet em Palma, eu insiro uma personagem muito engraçada, é a enfermeira aparentemente "burrinha" que cuida de Tyler, aparente porque ela diz coisas que ajudam Tyler a se centrar na realidade, lembrem-se de que ele, além de ter estado morto, ainda tinha uma seqüência de diálogos filosóficos com um dos maiores magos de toda a história de Phantasy Star.
Já pulando um monte de trechos, a história se finaliza com Tyler viajando pelo espaço a bordo de Landale, a espaçonave construída por Luveno (Ou seria Lubetz?) que pertenceu a Alis Landale, a maior heroína dentre as sagas de Phantasy Star. E um diário de atividades históricas encerrando como uma ultima palavra de Foresth.
Não sei quem leu essa minha história, mas espero que quem o tiver feito, tenha ao menos sentido o mesmo que eu sinto quando leio um livro: Uma sensação muito boa de escapismo, imaginando a sua própria maneia os rostos dos personagens a cada situação tal como os ambientes em que os mesmo estão mesmo os mesmo sendo descritos de forma adequada (Não sei se alcancei este propósito), e depois de lido o ultimo parágrafo, sentido um pouco de tristeza pela história ter acabado. Mas "acabado" é um termo relativo de mais para uma história como Phantasy Star mesmo sendo uma fanficção, Phantasy Star é uma saga onde se passam milênios de paz interceptado por momentos de crises, não tem como encerrar assim dessa maneira.

A minha próxima fanficção extensa será voltada para o aprendizado das magias existente na saga Phantasy Star IV. Vejamos como eu me saio nesta segunda experiência.
Para aqueles que quiserem ler minha FanFicção, pode entrar primeiro aquí para ler a divulgação do dono da Gazeta de Algol e depois, lá mesmo, clicar no link que leva até o site onde foi publicado a História propriamente dita...
Escrito por J. F. Souza às 06h34 AM
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Diário pessoal, 26 de Agosto de 2008 as 04h15m AM
O terceiro capítulo será aquele que me fará ser amado ou odiado por aqueles que o lerem... Porque...? Simples... Foi o mais difícil de escrever, nele eu abordo temas que não domino muito bem... Como biologia, por exemplo... Mas vamos por parte...
Algo extra foi inserido no diário de atividades histórica do Agente Foresth, um extra sobre Zosa, mas nada de mais... Ainda no mesmo, eu uso uma teoria meio doida sobre Teletransporte, eu tive de pesquisar em três fontes diferentes para chegar a esta conclusão teórica. Bem, nesse caso eu poderia simplesmente ter usado a teoria mais aceita sobre o Teletransporte, que é copiar as informações contidas na célula, transmitir essas informações, reconstruir novamente a matéria através do processo de Clonagem (Basicamente) e o corpo original seria destruído... Credo! Prefiro ir a pé, muito obrigado. Portanto eu preferi criar a minha própria teoria com base na idéia da conversão de matéria em energia.
A situação no planeta Palma parecia ter sido resolvida com a queda do antigo coronato e a tomada do poder pelas mãos dos Terráqueos. Em nenhum momento eu digo quem era o rei, mas eu poderia criar a teoria de serem os Landales ou os antepassados de Orakio... Para poder definir isso, primeiramente eu teria de estudar bem a fundo a linha oficial de tempo para tentar deduzir isso, sem falar que eu não tenho essa moral para falar sobre essas personalidades. Por isso preferi deixar esse ponto em obscuro...
Finalmente eles chegam ao subsolo cavernoso, furando através da camada mais fina encontrada. No subsolo eles encontram um prédio muito antigo, construído numa época antes do planeta Dezóris se tornar o mundo de gelo que tanto conhecemos e amamos (Me refiro ao pessoal que curti Phantasy star). Eu imaginei os habitantes como seres bípedes, mas que ao invés de duas mãos e dois pés, eles possuíam quatro mãos. Por isso a existência dos quatro teclados adaptados para quatro mãos. Nesta mesma época também existiam os Dezorianos, ou melhor, os Dezorianos primitivos, que já possuíam uma inteligência pré-evolutiva e viviam nas áreas polares congeladas do planeta, quando esta raça estava prestes a desaparecer, eles passaram parte do conhecimento para os Dezorianos. O que os fez desaparecer...? O Congelamento total do planeta graças a uma possível alteração orbital.
O que Verônica vê moldado na neblina a Oeste de onde eles estavam...? É o contorno da torre principal do castelo invisível de Guaron... Eu pensei em dizer que era Ikuto e indicar um outro ponto cardeal e argumentar que era antes dele afundar na neve devido a instabilidade geológica causada pelas escavações mineradoras que viriam a ocorrer numa época futura a esta história. Mas como não existe nada comprovado sobre isso, além de minhas idéias imaginativas sobre Phantasy Star II, preferir deixar essa segunda opção de lado.
A linguagem que a máquina fala na habitação sepultada na neve pode ser traduzida através do sistema de criptografia simples denominado ZENIT POLAR. Basta você substituir as letras da palavra por sua correspondente.
- O Z substitui o P e vice e versa.
- O E substitui o O e vice e versa.
- O N substitui o L e vice e versa.
- O I substitui o A e vice e versa.
- O T substitui o R e vice e versa.
Exemplo, quando a máquina fala “– BOM-VALDES...” substituindo as letras fica “-BEM-VINDOS...”... As outras palavras em maiúsculas também podem ser traduzidas...
Dentro da habitação, os objetos que os personagens encontram são feitos de Laconia, que inicialmente é chamado de Matéria X...

Para os que quiserem ler minha FanFicção, pode entrar primeiro em http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=51 para ler a divulgação do dono da Gazeta de Algol e depois, lá mesmo, clicar no link que leva até o site onde foi publicado a História...
Escrito por J. F. Souza às 02h18 PM
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Phantasy Star Compendium
Somos os primeiros a realizar este feito...: A compra, desmontagem e o escaneamento do fabuloso Phantasy Star Compendium (Considerado por muitos como a bíblia de Phantasy Star)... Tudo graças a ação conjunta de dez indivíduos (Incluindo a mim) cujos nomes (Orakio-Rob, David, Shester, Thiago [Rebatedor de Pong da Silva], Daniel Tallarico, J.F. Souza [Yoz], Fabiano Koich [O chato do site Curiosidades de Phantasy Star >;-): http://www.efkm.com/dezoris/ps.html], Thiago [da lista de Algol, apaixonado pela Minmey do Macross] René e Jorge) serão lembrados pela eternidade no hall da fama Algoliana, eu até ouvi dizer que vão fazer uma estátua nossa (Segurando o Compendium para o céu em direção onde orbitava o extinto planeta Palma) no vilarejo de Termi.
Para aqueles que desconhecem o Compendium, é um livro ilustrado todo em japonês (Tradução do mesmo feita pelo Orakio Rob no site da Gazeta de Algol: http://www.gazetadealgol.com.br/reportagens/reportagem_003.php) lançado pela SEGA Japonesa acredito que em 15 de Novembro de 1995 (Corrijam-me se eu estiver errado por favor) contendo muitas informações extras sobre a série clássica de Phantasy Star, ou seja: Não abrange os OnLine nem o Universe...
O livro está disponível para download no formato .pdf para aqueles que quiserem desfrutar dos traços maravilhosos do melhor jogo de RPG de todos os tempos, até para aqueles que nunca tiveram contato com o Phantasy Star, baixem o livro que as ilustrações são de cair o queixo...
O endereço para download é: http://www.4shared.com/account/dir/8718825/866c92b6/sharing.html
Basta clicar na imagem da pastinha amarela no centro do quadrado e depois em compendium_lowres.pdf... Quem quiser pode também baixar o Hint Book do Phantasy Star II...

Escrito por J. F. Souza às 02h52 PM
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Diário pessoal, 04 de Setembro de 2008 as 07h42m AM
No segundo capítulo de B-rai-N... Novamente eu inicio o com um registro de eventos importantes da humanidade, na verdade existiriam muitos outros, a final Foresth é um personagem que observa e registra tudo, até mesmo as atrocidades do homem. Mas seu papel é somente dizer a verdade, e nunca se intrometer no curso da história.
A Nave estelar Intrépida finalmente chega em Dezoris para começar sua pesquisa e extração de minério, o alvo principal deles é a Lacônia que no Phantasy Star é o metal mais duro do que o próprio Diamante. No capítulo anterior eu menciono a Escala de Mohs que quantifica a dureza dos minerais, isto é, a resistência que um determinado mineral oferece ao risco, ou seja, a retirada de partículas da sua superfície. Entretanto, na vida real tem varas ocorrências, é uma prefeitura da Grécia, localizada na periferia do Peloponeso, também existe o Incidente Lacônia ocorrido no atlântico sul durante uma missão de salvamento após o submarino alemão "U-156" torpedear o navio "RMS Laconia" em 22 de setembro de 1942 durante a segunda guerra mundial, e Laconia é uma cidade localizada no Estado americano de Indiana, no Condado de Harrison (Muito obrigado ô Oráculo Wikipediano) preciso me lembrar de colocar essas referencias na gazetopédia (http://gazetadealgol.com.br/gazetopedia/doku.php).
Bem, na órbita geossíncrona, a Intrépida acompanha a rotação do planeta Dezóris. Verônica ressurge trajando o uniforme padrão das forças armadas, o que a faz se lembrar de sua mãe que também era das forças armadas. Foi aí que surgiu uma das minhas principais indecisões, Verônica teria nascido na Terra ou em Algol...? Na verdade ela nasceu na Terra, e veio quando era muito pequena para Algol.
Na verdade, Dezoris é o planeta que mais me facina, ele é misterioso, pouco explorado e não sabemos o que há soterrado em seus campos gélidos... Dezoris sempre foi um planeta gelado...? Ou teria sido ele um planeta como Palma...? Bem, as musicas são soturnas e sempre dá aquele ar de solidão absoluta, por isso que as vezes eu costumo dizer que irei me mudar para uma cabaninha em Dezóris. Eu tento detalhar o melhor possivel o cenário de dezoris, sua atmosfera tal como a flora, por exemplo a vejetação com postas por Notófago, que é um gênero de árvores da família das fagáceas, semelhantes à faia, ao qual pertencem 12 espécies das regiões temperadas do hemisfério sul, e Coníferas que é uma classe de plantas gimnospermas que, como o pinheiro, produzem sementes não abrigadas em um fruto, mas reunidas em estróbilos coniformes.
Voltando um pouco, eu insiro mais alguns personagens sem relevancias como a piloto de naturalidade Russa, Tom e Paris. A cena onde asparece o primeiro nativo Dezoriano, era para ser uma cena cômica, não sei se obtive sucesso nesse ponto, mas quando eu o imaginei puto da vida por causa da nave que lhe havia espantado a refeição de toda a familha, sinto muito por isso, mas eu gargalhei muito.
Bem, atendendo ao pedido incosciente, involuntário e indireto do meu grande amigo Orakio, no próximo capítulo vou tentar escrever alguns poucos detalhes (POUCOS DETALHES) sobre a construção de Zosa no diário de atividades históricas, mas nada muito estenso. Até porque, eu quero liberar logo esse capítulo, sem falar no fato de que não existem cenas na cidade, ela só será mencionada.
Para os que quiserem ler minha FanFicção, pode entrar primeiro em http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=53 para ler a divulgação do dono da Gazeta de Algol e depois, lá mesmo, clicar no link que leva até o site onde foi publicado a História...
Escrito por J. F. Souza às 10h12 AM
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Diário pessoal, 26 de Agosto de 2008 as 04h15m AM
Este diário a qual escrevo neste momento será na realidade algo bem incomum, na verdade ele é direcionado as minhas impressões e percepções pessoais sobre a constituição da minha primeira Fan Ficção escrita do começo ao fim sobre Phantasy Star, denominada Phantasy Star B-Rai-N. Ela foi escrita somente para os Fans de Phantasy Star, ou seja, aquele que não conhece o assunto, precisara de um guia para entendê-lo.
Tanto o primeiro capítulo quanto os demais foram iniciados com um diário de atividades história escrito por um personagem chamado Foresth, ele foi baseado no protagonista Forrest Gump, um dos filmes que eu mais adoro, e criado para atuar em duas outras histórias chamadas História Proibida e TSC. Neste primeiro diário, ele fala sobre a origem do nome Skure, que é baseado na Skutterudita, um mineral arsenieto de níquel e cobalto (Co,Ni)As3 de cristalografia isométrica pertencente a classe piritoédrica, possivelmente oriunda de processos pneumatolíticos, encontrado em jazidas de prata, cobre e níquel e usado em fontes industriais de cobalto e níquel. É também um mineral filoniano presente em veios hidrotermais de média temperatura. No mundo, as principais ocorrências são na Noruega (Skutterud e Snarum), Estados Unidos da América (Franklin, em Nova Jérsei), Alemanha (Bieber, Annaberg e Schneeberg, na Saxônia), Canadá (Cobalt, em Ontário), Irã (Anarak), Itália (Ilha de Elba e região do Piemonte) e Marrocos (Minas de Bou Azzer e Irhtem).
Bem, Skure já é um nome usado nos Phantasy Star 1 e 2, e como eu sempre fui viciado na busca dos sentidos e das razões, eu precisava encontrar uma razão para o sentido deste nome também. Claro que nem sempre eu obtenho sucesso. Entretanto, por exemplo, no caso de Skure, eu fiquei brevemente indeciso. Pois quando digitado no Wikipédia inglês, ele faz referencia a um grupo ou música, onde pensei em analogiar o nome com algum descendente deste músico que provavelmente teria feito parte dos primeiros exploradores, e num outro site ele falava sobre Skutterudita, por isso que eu introduzi este mineral pouco conhecido até pelos geólogos formados. Uma coisa interessante nisso tudo ocorreu quando eu estava numa reunião com uns amigos da minha namorada e lá tinha uma Geóloga formada a algum tempo, então eu fui logo perguntar sobre a Skutterudita com o intuito de enriquecer, mas para a minha surpresa era que ela desconhecia sobre ele. Um outro amigo do trabalho, que deixou o curso de geologia para se tornar desenhista projetista, também disse desconhecer sobre o minério.
Ainda neste diário, ele fala sobre a Lacônia, que por enquanto será denominada de “Matéria X”, que segundo a mitologia de Phantasy Star, é o metal mais duro do que o próprio diamante, sua densidade é medida através da escala Mohs que quantifica a dureza dos minerais, isto é, a resistência que um determinado mineral oferece ao risco, ou seja, a retirada de partículas da sua superfície.
Após o diário de atividades históricas, eu começo descrevendo de modo bem oportunista um ambiente com pouca luz, com isso pude centrar as descrições mais nos personagens do que no ambiente em si, o que não se sustenta muito nos outros capítulos onde eu passo a descrever melhor o lugar onde os protagonistas e antagonistas estão. Mas depois eu
Também introduzo dois dos principais personagens da História Verônica e Tyler, Verônica foi baseada no jogo Resident Evil CODE: Veronica. Me lembro que quando o joguei a primeira vez, no Dreamcast de um amigo, eu ficava o tempo todo procurando alguma pista sobre ela, na verdade esse nome me marcou muito nesse jogo, seu sobrenome Buente foi herdado de seu pai Eshyr é uma surpresa que só os mais atentos em Phantasy Star irão perceber, caso contrário, nos momentos derradeiros da história, muita coisa sera revelada. Já no caso do Tyler, eu basicamente andei beirando o precipício, como ele poderia estar vivo em AW 844 e vivo em AW1284 (Vivendo mais de 440 anos)? Bem, para o alivio de alguns, eu explico isso sem a manjada teoria da Criogenia ou viagem no tempo, mas isso fica pra depois. Falo também sobre o Planeta Dezóris, que para mim é o planeta que mais gosto por ser misterioso.
A psicologia de Verônica é mais ativa, ela é uma tentativa de reproduzir a personalidade de uma pessoa um pouco mimada, mas que não aceita ou não admite isso. Tyler já é do tipo guerreiro, mas presa pelo equilíbrio em sua relação com sua amante, o que o torna um pouco mais passivo do que ela... Ylário é a figura, ele foi meio baseado no Canceroso da série Arquivo X e um pouco do meu velho pai também no que se refere sua relação com sua filha.
Na discussão entre Tyler e Ylário, é mencionado a Grimson, eu escolhi esse nome porque trata-se de uma uma nave que foi destruída num filme de Jornada nas Estrelas, todavia, o evento ao que Ylário se referia foi um incidente ocorrido sob comando do Pai de Tyler enquanto ela realizava pesquisas com ráios solares de Algol tentando determinar as propriedades da radiação Metafásica, um assunto que fica para outra hora.
Em resumo, o primeiro capítulo não diz muita coisa, no mais é tão somente um ensaio para o que tem por vir, eu exercito a escrita como uma maneira de me preparar para o que virá...

Para os que quiserem ler minha FanFicção, pode entrar primeiro em http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=51 para ler a divulgação do dono da Gazeta de Algol e depois, lá mesmo, clicar no link que leva até o site onde foi publicado a História...
Escrito por J. F. Souza às 11h53 AM
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