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Diário pessoal, 26 de Agosto de 2008 as 04h15m AM
O terceiro capítulo será aquele que me fará ser amado ou odiado por aqueles que o lerem... Porque...? Simples... Foi o mais difícil de escrever, nele eu abordo temas que não domino muito bem... Como biologia, por exemplo... Mas vamos por parte...
Algo extra foi inserido no diário de atividades histórica do Agente Foresth, um extra sobre Zosa, mas nada de mais... Ainda no mesmo, eu uso uma teoria meio doida sobre Teletransporte, eu tive de pesquisar em três fontes diferentes para chegar a esta conclusão teórica. Bem, nesse caso eu poderia simplesmente ter usado a teoria mais aceita sobre o Teletransporte, que é copiar as informações contidas na célula, transmitir essas informações, reconstruir novamente a matéria através do processo de Clonagem (Basicamente) e o corpo original seria destruído... Credo! Prefiro ir a pé, muito obrigado. Portanto eu preferi criar a minha própria teoria com base na idéia da conversão de matéria em energia.
A situação no planeta Palma parecia ter sido resolvida com a queda do antigo coronato e a tomada do poder pelas mãos dos Terráqueos. Em nenhum momento eu digo quem era o rei, mas eu poderia criar a teoria de serem os Landales ou os antepassados de Orakio... Para poder definir isso, primeiramente eu teria de estudar bem a fundo a linha oficial de tempo para tentar deduzir isso, sem falar que eu não tenho essa moral para falar sobre essas personalidades. Por isso preferi deixar esse ponto em obscuro...
Finalmente eles chegam ao subsolo cavernoso, furando através da camada mais fina encontrada. No subsolo eles encontram um prédio muito antigo, construído numa época antes do planeta Dezóris se tornar o mundo de gelo que tanto conhecemos e amamos (Me refiro ao pessoal que curti Phantasy star). Eu imaginei os habitantes como seres bípedes, mas que ao invés de duas mãos e dois pés, eles possuíam quatro mãos. Por isso a existência dos quatro teclados adaptados para quatro mãos. Nesta mesma época também existiam os Dezorianos, ou melhor, os Dezorianos primitivos, que já possuíam uma inteligência pré-evolutiva e viviam nas áreas polares congeladas do planeta, quando esta raça estava prestes a desaparecer, eles passaram parte do conhecimento para os Dezorianos. O que os fez desaparecer...? O Congelamento total do planeta graças a uma possível alteração orbital.
O que Verônica vê moldado na neblina a Oeste de onde eles estavam...? É o contorno da torre principal do castelo invisível de Guaron... Eu pensei em dizer que era Ikuto e indicar um outro ponto cardeal e argumentar que era antes dele afundar na neve devido a instabilidade geológica causada pelas escavações mineradoras que viriam a ocorrer numa época futura a esta história. Mas como não existe nada comprovado sobre isso, além de minhas idéias imaginativas sobre Phantasy Star II, preferir deixar essa segunda opção de lado.
A linguagem que a máquina fala na habitação sepultada na neve pode ser traduzida através do sistema de criptografia simples denominado ZENIT POLAR. Basta você substituir as letras da palavra por sua correspondente.
- O Z substitui o P e vice e versa.
- O E substitui o O e vice e versa.
- O N substitui o L e vice e versa.
- O I substitui o A e vice e versa.
- O T substitui o R e vice e versa.
Exemplo, quando a máquina fala “– BOM-VALDES...” substituindo as letras fica “-BEM-VINDOS...”... As outras palavras em maiúsculas também podem ser traduzidas...
Dentro da habitação, os objetos que os personagens encontram são feitos de Laconia, que inicialmente é chamado de Matéria X...

Para os que quiserem ler minha FanFicção, pode entrar primeiro em http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=51 para ler a divulgação do dono da Gazeta de Algol e depois, lá mesmo, clicar no link que leva até o site onde foi publicado a História...
Escrito por J. F. Souza às 02h18 PM
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Phantasy Star Compendium
Somos os primeiros a realizar este feito...: A compra, desmontagem e o escaneamento do fabuloso Phantasy Star Compendium (Considerado por muitos como a bíblia de Phantasy Star)... Tudo graças a ação conjunta de dez indivíduos (Incluindo a mim) cujos nomes (Orakio-Rob, David, Shester, Thiago [Rebatedor de Pong da Silva], Daniel Tallarico, J.F. Souza [Yoz], Fabiano Koich [O chato do site Curiosidades de Phantasy Star >;-): http://www.efkm.com/dezoris/ps.html], Thiago [da lista de Algol, apaixonado pela Minmey do Macross] René e Jorge) serão lembrados pela eternidade no hall da fama Algoliana, eu até ouvi dizer que vão fazer uma estátua nossa (Segurando o Compendium para o céu em direção onde orbitava o extinto planeta Palma) no vilarejo de Termi.
Para aqueles que desconhecem o Compendium, é um livro ilustrado todo em japonês (Tradução do mesmo feita pelo Orakio Rob no site da Gazeta de Algol: http://www.gazetadealgol.com.br/reportagens/reportagem_003.php) lançado pela SEGA Japonesa acredito que em 15 de Novembro de 1995 (Corrijam-me se eu estiver errado por favor) contendo muitas informações extras sobre a série clássica de Phantasy Star, ou seja: Não abrange os OnLine nem o Universe...
O livro está disponível para download no formato .pdf para aqueles que quiserem desfrutar dos traços maravilhosos do melhor jogo de RPG de todos os tempos, até para aqueles que nunca tiveram contato com o Phantasy Star, baixem o livro que as ilustrações são de cair o queixo...
O endereço para download é: http://www.4shared.com/account/dir/8718825/866c92b6/sharing.html
Basta clicar na imagem da pastinha amarela no centro do quadrado e depois em compendium_lowres.pdf... Quem quiser pode também baixar o Hint Book do Phantasy Star II...

Escrito por J. F. Souza às 02h52 PM
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Diário pessoal, 04 de Setembro de 2008 as 07h42m AM
No segundo capítulo de B-rai-N... Novamente eu inicio o com um registro de eventos importantes da humanidade, na verdade existiriam muitos outros, a final Foresth é um personagem que observa e registra tudo, até mesmo as atrocidades do homem. Mas seu papel é somente dizer a verdade, e nunca se intrometer no curso da história.
A Nave estelar Intrépida finalmente chega em Dezoris para começar sua pesquisa e extração de minério, o alvo principal deles é a Lacônia que no Phantasy Star é o metal mais duro do que o próprio Diamante. No capítulo anterior eu menciono a Escala de Mohs que quantifica a dureza dos minerais, isto é, a resistência que um determinado mineral oferece ao risco, ou seja, a retirada de partículas da sua superfície. Entretanto, na vida real tem varas ocorrências, é uma prefeitura da Grécia, localizada na periferia do Peloponeso, também existe o Incidente Lacônia ocorrido no atlântico sul durante uma missão de salvamento após o submarino alemão "U-156" torpedear o navio "RMS Laconia" em 22 de setembro de 1942 durante a segunda guerra mundial, e Laconia é uma cidade localizada no Estado americano de Indiana, no Condado de Harrison (Muito obrigado ô Oráculo Wikipediano) preciso me lembrar de colocar essas referencias na gazetopédia (http://gazetadealgol.com.br/gazetopedia/doku.php).
Bem, na órbita geossíncrona, a Intrépida acompanha a rotação do planeta Dezóris. Verônica ressurge trajando o uniforme padrão das forças armadas, o que a faz se lembrar de sua mãe que também era das forças armadas. Foi aí que surgiu uma das minhas principais indecisões, Verônica teria nascido na Terra ou em Algol...? Na verdade ela nasceu na Terra, e veio quando era muito pequena para Algol.
Na verdade, Dezoris é o planeta que mais me facina, ele é misterioso, pouco explorado e não sabemos o que há soterrado em seus campos gélidos... Dezoris sempre foi um planeta gelado...? Ou teria sido ele um planeta como Palma...? Bem, as musicas são soturnas e sempre dá aquele ar de solidão absoluta, por isso que as vezes eu costumo dizer que irei me mudar para uma cabaninha em Dezóris. Eu tento detalhar o melhor possivel o cenário de dezoris, sua atmosfera tal como a flora, por exemplo a vejetação com postas por Notófago, que é um gênero de árvores da família das fagáceas, semelhantes à faia, ao qual pertencem 12 espécies das regiões temperadas do hemisfério sul, e Coníferas que é uma classe de plantas gimnospermas que, como o pinheiro, produzem sementes não abrigadas em um fruto, mas reunidas em estróbilos coniformes.
Voltando um pouco, eu insiro mais alguns personagens sem relevancias como a piloto de naturalidade Russa, Tom e Paris. A cena onde asparece o primeiro nativo Dezoriano, era para ser uma cena cômica, não sei se obtive sucesso nesse ponto, mas quando eu o imaginei puto da vida por causa da nave que lhe havia espantado a refeição de toda a familha, sinto muito por isso, mas eu gargalhei muito.
Bem, atendendo ao pedido incosciente, involuntário e indireto do meu grande amigo Orakio, no próximo capítulo vou tentar escrever alguns poucos detalhes (POUCOS DETALHES) sobre a construção de Zosa no diário de atividades históricas, mas nada muito estenso. Até porque, eu quero liberar logo esse capítulo, sem falar no fato de que não existem cenas na cidade, ela só será mencionada.
Para os que quiserem ler minha FanFicção, pode entrar primeiro em http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=53 para ler a divulgação do dono da Gazeta de Algol e depois, lá mesmo, clicar no link que leva até o site onde foi publicado a História...
Escrito por J. F. Souza às 10h12 AM
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Diário pessoal, 26 de Agosto de 2008 as 04h15m AM
Este diário a qual escrevo neste momento será na realidade algo bem incomum, na verdade ele é direcionado as minhas impressões e percepções pessoais sobre a constituição da minha primeira Fan Ficção escrita do começo ao fim sobre Phantasy Star, denominada Phantasy Star B-Rai-N. Ela foi escrita somente para os Fans de Phantasy Star, ou seja, aquele que não conhece o assunto, precisara de um guia para entendê-lo.
Tanto o primeiro capítulo quanto os demais foram iniciados com um diário de atividades história escrito por um personagem chamado Foresth, ele foi baseado no protagonista Forrest Gump, um dos filmes que eu mais adoro, e criado para atuar em duas outras histórias chamadas História Proibida e TSC. Neste primeiro diário, ele fala sobre a origem do nome Skure, que é baseado na Skutterudita, um mineral arsenieto de níquel e cobalto (Co,Ni)As3 de cristalografia isométrica pertencente a classe piritoédrica, possivelmente oriunda de processos pneumatolíticos, encontrado em jazidas de prata, cobre e níquel e usado em fontes industriais de cobalto e níquel. É também um mineral filoniano presente em veios hidrotermais de média temperatura. No mundo, as principais ocorrências são na Noruega (Skutterud e Snarum), Estados Unidos da América (Franklin, em Nova Jérsei), Alemanha (Bieber, Annaberg e Schneeberg, na Saxônia), Canadá (Cobalt, em Ontário), Irã (Anarak), Itália (Ilha de Elba e região do Piemonte) e Marrocos (Minas de Bou Azzer e Irhtem).
Bem, Skure já é um nome usado nos Phantasy Star 1 e 2, e como eu sempre fui viciado na busca dos sentidos e das razões, eu precisava encontrar uma razão para o sentido deste nome também. Claro que nem sempre eu obtenho sucesso. Entretanto, por exemplo, no caso de Skure, eu fiquei brevemente indeciso. Pois quando digitado no Wikipédia inglês, ele faz referencia a um grupo ou música, onde pensei em analogiar o nome com algum descendente deste músico que provavelmente teria feito parte dos primeiros exploradores, e num outro site ele falava sobre Skutterudita, por isso que eu introduzi este mineral pouco conhecido até pelos geólogos formados. Uma coisa interessante nisso tudo ocorreu quando eu estava numa reunião com uns amigos da minha namorada e lá tinha uma Geóloga formada a algum tempo, então eu fui logo perguntar sobre a Skutterudita com o intuito de enriquecer, mas para a minha surpresa era que ela desconhecia sobre ele. Um outro amigo do trabalho, que deixou o curso de geologia para se tornar desenhista projetista, também disse desconhecer sobre o minério.
Ainda neste diário, ele fala sobre a Lacônia, que por enquanto será denominada de “Matéria X”, que segundo a mitologia de Phantasy Star, é o metal mais duro do que o próprio diamante, sua densidade é medida através da escala Mohs que quantifica a dureza dos minerais, isto é, a resistência que um determinado mineral oferece ao risco, ou seja, a retirada de partículas da sua superfície.
Após o diário de atividades históricas, eu começo descrevendo de modo bem oportunista um ambiente com pouca luz, com isso pude centrar as descrições mais nos personagens do que no ambiente em si, o que não se sustenta muito nos outros capítulos onde eu passo a descrever melhor o lugar onde os protagonistas e antagonistas estão. Mas depois eu
Também introduzo dois dos principais personagens da História Verônica e Tyler, Verônica foi baseada no jogo Resident Evil CODE: Veronica. Me lembro que quando o joguei a primeira vez, no Dreamcast de um amigo, eu ficava o tempo todo procurando alguma pista sobre ela, na verdade esse nome me marcou muito nesse jogo, seu sobrenome Buente foi herdado de seu pai Eshyr é uma surpresa que só os mais atentos em Phantasy Star irão perceber, caso contrário, nos momentos derradeiros da história, muita coisa sera revelada. Já no caso do Tyler, eu basicamente andei beirando o precipício, como ele poderia estar vivo em AW 844 e vivo em AW1284 (Vivendo mais de 440 anos)? Bem, para o alivio de alguns, eu explico isso sem a manjada teoria da Criogenia ou viagem no tempo, mas isso fica pra depois. Falo também sobre o Planeta Dezóris, que para mim é o planeta que mais gosto por ser misterioso.
A psicologia de Verônica é mais ativa, ela é uma tentativa de reproduzir a personalidade de uma pessoa um pouco mimada, mas que não aceita ou não admite isso. Tyler já é do tipo guerreiro, mas presa pelo equilíbrio em sua relação com sua amante, o que o torna um pouco mais passivo do que ela... Ylário é a figura, ele foi meio baseado no Canceroso da série Arquivo X e um pouco do meu velho pai também no que se refere sua relação com sua filha.
Na discussão entre Tyler e Ylário, é mencionado a Grimson, eu escolhi esse nome porque trata-se de uma uma nave que foi destruída num filme de Jornada nas Estrelas, todavia, o evento ao que Ylário se referia foi um incidente ocorrido sob comando do Pai de Tyler enquanto ela realizava pesquisas com ráios solares de Algol tentando determinar as propriedades da radiação Metafásica, um assunto que fica para outra hora.
Em resumo, o primeiro capítulo não diz muita coisa, no mais é tão somente um ensaio para o que tem por vir, eu exercito a escrita como uma maneira de me preparar para o que virá...

Para os que quiserem ler minha FanFicção, pode entrar primeiro em http://gazetadealgol.com.br/blog/?p=51 para ler a divulgação do dono da Gazeta de Algol e depois, lá mesmo, clicar no link que leva até o site onde foi publicado a História...
Escrito por J. F. Souza às 11h53 AM
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A FLOR DO SONHO
Florbela Espanca
A Flor do Sonho, alvíssima, divina,
Miraculosamente abriu em mim,
Como se uma magnólia de cetim
Fosse florir num muro todo em ruína.
Pende em meu seio a haste branda e fina
E não posso entender como é que, enfim,
Essa tão rara flor abriu assim! ...
Milagre... fantasia... ou, talvez, sina...
Ó flor que em mim nasceste sem abrolhos,
Que tem que sejam tristes os meus olhos
Se eles são tristes pelo amor de ti?!...
Desde que em mim nasceste em noite calma,
Voou ao longe a asa da minh'alma
E nunca, nunca mais eu me entendi...

Escrito por J. F. Souza às 05h37 AM
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CASTELÃ DA TRISTEZA
Florbela Espanca
Altiva e couraçada de desdém
Vivo sozinha em meu castelo, a Dor…
Debruço-me às ameias ao sol-pôr
E ponho-me a cismar não sei em quem!
Castelã da Tristeza vês alguém?!…
- E o meu olhar é interrogador…
E rio e choro! É sempre o mesmo horror
E nunca, nunca vi passar ninguém!
- Castelã da Tristeza porque choras,
Lendo toda de branco um livro d'horas
À sombra rendilhada dos vitrais?…
Castelã da Tristeza, é bem verdade,
Que a tragédia infinita é a Saudade!
Que a tragédia infinita é Nunca Mais!!

Escrito por J. F. Souza às 07h40 AM
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O que é RPG |
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RPG é um jogo para vários participantes onde todos, à exceção do mestre de jogos, escolhem ser um personagem e o representa num cenário imaginário. O mestre de jogos é o responsável por inventar o enredo, o ambiente e todo o contexto do jogo, aos jogadores cabem fazer seus personagens e interpretá-los da melhor maneira possível. Esse tipo de jogo surgiu em meados dos anos 70 e desde então milhões de pessoas em todo o mundo divertem-se com o RPG.
A aventura criada pelo mestre de jogos é narrada pelo mesmo. Este explica o ambiente, o que está acontecendo, os desafios, etc. e pergunta aos jogadores o que eles irão fazer. O mestre funcionará também como um juiz, devendo conhecer as regras do sistema jogado e a partir delas poderá decidir melhor o que estará acontecendo com os personagens dos jogadores e dos personagens criados por ele mesmo.
O grande objetivo do RPG é a diversão e ela é geralmente alcançada a partir das respostas dos jogadores às mais diversas ocasiões. Muitas vezes o jogador encarna o personagem de tal forma que de maneira alguma quer que algo de ruim o aconteça, outras situações engraçadas são criadas devido à imaginação dos participantes.
O grande ponto positivo do RPG está na maneira como ele diverte. Diferentemente dos jogos de computador onde o jogador apenas responde a estímulos visuais criados no monitor, no RPG o jogador deve, antes de mais nada, imaginar todas as situações criadas pelo mestre e somente depois responder a esses estímulos que tem origem na imaginação. Torna-se claro, por tanto, o grande ponto positivo do RPG, ele acima de tudo cria pessoas criativas e que poderão responder mais facilmente às diferentes situações da vida, justamente por as terem vivenciado anteriormente, ao menos em situações imaginárias.
O e-livro-jogo é um RPG onde a total liberdade de ação não está presente, o computador funciona como mestre de jogos o que dinamiza o jogo. Os ingredientes "imaginativos" do e-livro-jogo estão na leitura e nas respostas geradas pelo jogador. Além do mais o e-livro-jogo pode funcionar como um estímulo a leitura muito ausente nos jovens e crianças da atualidade. |
Na falta de algo para postar, coloco este texto (Que eu não me recordo de onde eu tirei) sobre RPG. Estou de férias na universidade, mas não tenho tempo de ficar na internet postando textos. Estou entupido de trabalho tentando compensar pelas pessoas que tiraram férias, o tempo livre esta sendo empregado para escrever uma história que será publicada (Assim espero, mas vai depender do dono gostar ou não do texto) no site da Gazeta de Algol...

Escrito por J. F. Souza às 12h16 PM
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TORRE DE NÉVOA
Florbela Espanca
Subi ao alto, à minha Torre esguia,
Feita de fumo, névoas e luar,
E pus-me, comovida, a conversar
Com os poetas mortos, todo o dia.
Contei-lhes os meus sonhos, a alegria
Dos versos que são meus, do meu sonhar.
E todos os poetas, a chorar,
Responderam-me então: "Que fantasia,
Criança doida e crente! Nós também
Tivemos ilusões, como ninguém,
E tudo nos fugiu, tudo morreu!..."
Calaram-se os poetas, tristemente...
E é desde então que eu choro amargamente
Na minha Torre esguia junto ao céu"!...

Imagem extraída do site:
http://vintefaces.wordpress.com/2008/04/27/a-tocha-chega-a-vau-ashaben/
Escrito por J. F. Souza às 01h38 PM
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POEMA
Fernando Dias
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Poema
É a noite escura de amargura
Poema
É a luz que brilha lá no céu
Poema
É ter saudade de alguém
Que a gente quer e que não vem
Poema
É o cantar de um passarinho
Que vive ao léu, perdeu seu ninho
É a esperança de o encontrar
Poema
É a solidão da madrugada
É um ébrio triste na calçada
Querendo a lua namorar
Poema
É a solidão da madrugada
Um trovador em serenata
Querendo a lua namorar
Poema
É tristeza, é alegria
É o romper de um novo dia
É a dor cruel de uma paixão
Poema
É um poeta apaixonado
A escrever desesperado
O que lhe vai no coração.

Imagem extraída do site: http://www.culturalivre.net/2007/10/13/o-primeiro-poeta/ |
Escrito por J. F. Souza às 05h55 AM
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Diário pessoal, 11 de Maio de 2008 as 04h15m AM
Já tem um tempo que não escrevo diários pessoais, tudo começou com a minha entrada na universidade e a conseqüente total falta de tempo, são muitas pesquisas e trabalhos a se realizar, na verdade um bom modo de se livrar das provas.
Bem, não é bem isso que eu desejo deixar registrado aqui neste momento, a verdade é que já são quatro e quinze da manhã e acabo de acordar, no meu sonho eu havia pegado um ônibus errado para ir à universidade e por decorrência disso acabei não conseguindo chegar.
Acordando de manhã cedo na minha velha casa, casa esta que por sinal não existe mais, casa esta onde moravam meu tio e sua finada mãe, olhando para um antigo relógio de parede dado por minha mãe à sua sogra, vejo que já eram seis e meia da manhã, caminhei pelo corredor comprido até a cozinha, um detalhe interessante era que a casa apesar de ser de madeira a cozinha era de ovenaria, chegando lá dava para ver a minha falecida avó através de uma espécie de porta deitada em seu quarto, ela abriu um pouco os olhos e disse “-Vai se deitar, ainda é cedo-” mesmo embora tanto naquela época quanto hoje em dia seis e trinta já era considerado tarde, pessoalmente, nos dias de hoje, eu costumo acordar por volta de cinco e meia da manhã, no sonho haviam algumas bocas do fogão que ainda estavam acesas -teria passado a noite toda assim- perguntava a mim mesmo temendo que, ou meu tio ou minha avó pudessem despertar de fato e ir até lá ver o que estava fazendo, alguma coisa me dizia que tudo estara assim por minha causa, apaguei os fogos, guardei as panelas, coloquei tudo na geladeira e fiquei um tempo lá parado olhando para minha avó deitada em sua velha rede de tecido grosso, ela se negara dormir em cama por motivos que até hoje desconheço, alguma coisa dentro de mim dizia que havia algo errado naquela situação, seria eu fora de tempo, ou eu inserido ali naquele momento, -Algo estava fora de época- pelas janelas não conseguia ver as casas da vizinhança, somente podia ver um turvo laranjado condizente com minhas lembranças daquela época...
Quando minha avó faleceu, eu estava no colégio estudando no turno da tarde, por sinal numa sala onde eu nunca havia estudado, meu pai chegou e conversou com a minha professora, eu não esperava vê-lo naquele momento nem sabia o motivo por ele estar lá, a professora me chamou para falar com ele, quando me dissera logo em seguida que ela havia falecido no hospital, aquilo foi um choque na época, não tanto pelo fato da tristeza de saber sobre seu falecimento, mas pelo fato de ter-mos brigado antes de ser levada ao hospital, eu sabia que nunca mais a veria viva e que nunca mais pudesse pedir desculpas pelo que dissera a ela, na época eu devia ter meus quatorze anos, não me lembro, ela morreu chateada comigo tanto quanto eu com ela, não me recordo o motivo da discussão, mas deduzo que fosse devido a sua avançada esclerosisse.
Já são quase seis da manhã, levei muito tempo para por a mente no lugar e escolher as palavras certas para a composição deste diário, fora o fato de não ser muito bom em relembrar eventos de sonhos, me sinto agora um pouco entristecido, acho que deve ser as conseqüências dos sonhos e recordações desencadeadas e combinadas com as músicas que eu baixei ontem do Johnny Cash, uma delas até fazendo par com Bob Dylan. Quando eu escuto esse cara cantar, eu passo a pensar sobre a morte, mas de uma maneira meio obscura, desolada e inevitável, um mundo sem ninguém além de mim prestes a morrer, onde todos já se foram menos eu, acho que é algo sobre meu próprio fim e das pessoas a quem gosto, faz com que eu me sinta diante de algo que faz-me temer, mas que não me impede de continuar olhando, muito menos me faz fugir, são coisas estranhas inseridas em minha mente que só eu entendo, que não consigo ou não me atrevo colocar no papel, sintetizar em palavras, acho que deve ser a inerência do medo que sinto.
Ainda não entendi porque meu relógio biológico inicializou meu sistema fisiológico as quatro e quinze, terá sido a janta de ontem, um frango frito por fora e meio cru por dentro, ao ir no banheiro percebo que não tem nem sabonete e nem pasta de dente, não tem problema, vou visitar algum amigo que não vejo há algum tempo e pegar alguns sabonetes e pasta de dente, depois eu devolvo.
A música acabou...

Escrito por J. F. Souza às 11h37 AM
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Texto de Arnaldo Jabor
Gostem ou não gostem
- Brasileiro é um povo solidário
Mentira.
- Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade…
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.
- Brasileiro é um povo alegre. Mentira.
Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai. Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
- Já foi;
Hoje é uma qualidade em baixa. - Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa se não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como “aviãozinho” do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
- O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei. A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense!
O famoso jeitinho brasileiro. Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um “gato” puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto… malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero.
Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa…
O Brasil é o país do futuro. Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram…
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro. Puxa, essa eu não vou nem comentar… O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar .
Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Escrito por J. F. Souza às 06h10 AM
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(Trecho de História Proibida)
Parece que vivemos a vida numa eterna e mórbida espera. Seja por algo que sabemos o que é, ou não fazemos a mínima idéia do que seja, e nem se realmente existe. As vezes sentimos ou no fundo desejamos que algo irá nos encontrar, que nós é quem estamos perdidos nesse mundo alienígena cheio de hostilidades, preconceitos e indiferenças. Mas ele, ela ou aquilo não vem, não chega, não quer chegar ou não pode chegar. Enquanto isso, nos viramos de um lado a outro na cama a procura do perfeito aconchego letárgico. Mas como reflexo de nosso corpo inquieto transpirando sob o lençol da própria ignorância, está nossa mente alheiamente ínfima tentando discernir verdades de Mentiras ou incertezas contidas em nosso próprio subconsciente atormentado. Quando nos damos conta, estamos a despertar involuntariamente no meio da noite e em meio a sepulcral escuridão de nosso quarto claustrofóbico, dizemos a nós mesmos-“Preciso Ser Forte!”-. Mas esse lampejo de força que nos faz buscar por um resquício de esperanças, se torna uma cruzada em busca de alguém que pelo menos entenda nosso obscuro ponto de vista, ou que se lembre de nós para não nos tornamos a morte mais forte que a morte, O ESQUECIMENTO. Entretanto, este ser só parece existir em nossa mente turva e atrasada na escala da evolução.
Então, voltamos ou pelo menos tentamos dormir, nos deixando tragar novamente pelas trevas do mero ser, até que o dia amanhece e nos damos conta de que o verdadeiro pesadelo apenas começou... Durante todo o decorrer do dia, procuramos companhia dos falsos amigos e amores que só querem sugar de nós o restinho de vida que não temos, em pró de seus prazeres luxuriosos, e isso só faz tornar nossa existência algo intercalado como o elo de uma corrente enferrujada que nos puxa a todos rumo ao mesmo abismo, ou um sumário mero piscar de olhos na visão de um tempo infinito, que nunca retrocede pelo nosso próprio bem...
E finalmente, quando novamente a noite recai sobre as cabeças dos justos e injustos, procuramos um falso escudo protetor contido num copo de água ardente sobreposto num balcão sujo e cheio de insetos peçonhentos. Onde lacrimejamos sob o mesmo as magoas que ninguém mais quer ouvir, além daquele ser que não chega por parecer não existir. Tudo porque, no mais, apenas buscamos por um minuto de paz para esse nosso coraçãozinho apaixonado (Ababacado) por um amor que nunca vimos, mas que sentimos pelo mero uso do termo NECESSIDADE, que criamos em nossa mente em momentos dormentes como um mecanismo de defesa que ainda insiste em nos manter vivos mesmo apesar da evidente precariedade.
A noite ainda é uma criança, mas impedidos de busca de mais um gole, nos vemos agora esgotados pelos limites de nossos esforços financeiros, além dos nossos sacos estarem cheios. Sendo assim, abandonamos aquele bar que outrora éramos bem vindo, mas que agora não somos mais; para vagar divagando rumo ao nosso pequeno mundinho chamado LAR. E quando chegamos lá, depois de tanto andar por ruas cheias de transeuntes carnais tão esquecidos no mundo quanto a nós mesmos, nos deitamos em nossa cama vazia, desprovida do amor a qual seriamos capazes até de jurar morrer por ele, esperando não cair numa desgraça que nos condene a alma num decair sem redenção rumo ao inferno da perdição, e como dizia meu grande amigo imaginário, Foresth,-“Quisera não condenar minh’alma por um subterfúgio nas mãos da dama chamada EUTANÁSIA...”
H.P. The Movie por J.F. Souza

Escrito por J. F. Souza às 02h35 PM
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Alis em Phantasy Star II...?
Por J.F. Souza (Yoz)
Quase 20 anos depois de seu lançamento, o Phantasy star II ainda continua a me surpreender. Bem, eu estava num processo da captura de Sprites Sheets dos personagens do PSII, quando me ocorreu uma experiência meio doida a se fazer:
“O que ocorreria se eu tivesse com mais de uma Shir no grupo, e fizesse com que elas roubassem uma loja...?”
O que ocorreu foi uma surpresa que me deixou em dúvidas quanto ao título deste bug, pensei até em chamá-lo de “O exercito de inúteis NPC’s.” Mas resolvi não denegrir a imagem desses personagens que, querendo ou não, ajudaram Rolf a livrar Algol do Cérebro Mãe. O que ocorre é o seguinte: “A Alis aparece na casa de Rolf”. É isso mesmo que você leu. Porém, quando você vai checar os status, aparece a imagem da bibliotecária, e o Sprite Sheet do personagem é algo denominado apenas com a palavra “DEFORMADO”. Concluo com isso duas possibilidades:
1) Será que depois de 1000 anos, a Alis virou uma mera bibliotecária de uma torre central...? (Besteira! não acredito nisso!)
2) Ou será que a SEGA Tinha intenções de inserir a Alis no Phantasy Star II até mesmo nos processos de programação do jogo...? (Minha teoria)
Este bug nada mais é do que um apoio de uma teoria, do que algo realmente frutuoso. Existe uma reportagem extraída do Phantasy Star Compendium chamada “A Historia de Phantasy Star II que não foi aprovada” ou ”Mundo Reverso de Phantasy Star II”, o original foi escrito por Rebecca Capowski e traduzido para o português por Orakio Rob.
O personagem principal desta história seria Lutz (O mesmo Noah do PSI), a denominação dos demais personagens não é definida, entretanto, nas fotos do compendium, é mostrado que eles são bem parecidos com os personagens do PSI.

Este seria grupo do PSII alternativo. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas pode ou não ser mera coincidência...
Bem, o que validaria esta minha teoria que não é bem uma teoria...? Ela é embasada por vários fatores comprovados:
1º) Porque a Alis...? Jogando o Phantasy Star GAIDEN, que se passa no ano AW813, ou seja, 471 anos depois de PSI, encontramos a Alis adormecida dentro de uma câmara criogênica. No final deste jogo, ela diz para sua filha Mina que precisa deixar Copto e retornar para Algol e salvar o sistema de uma nova ameaça.
2º) Jamais foi explicado o que realmente aconteceu com ela após ter saído de Copto, que, segundo algumas fontes, fica ha somente 1 ano-luz de Algol. Na certa ela emergiu no mesmo período ou antes da chegada dos homens da Terra em Algol. É só fazer a ligação: Segundo a bibliotecária da torre central de Paseo, o Cérebro Mãe foi trazido oficialmente para Palma no ano AW845. Existe um diferencial aproximado de 32 anos entre Phantasy Star GAIDEN e a implantação do cérebro mãe em Palma. Entretanto, para a construção das inúmeras torres de controle (Espalhadas por cidades que, por sua vez, estão espalhadas por todo o planeta) que iriam unir os complexos demográficos com o cérebro mãe através da rede de comunicação, seriam necessário mais alguns anos só para a viabilização de toda essa estrutura física, fato este que deixa totalmente obscuro quanto a data precisa da chegada dos homens da Terra em Algol.
Bem, voltando, eu acho que a SEGA tinha em mente o plano de inserir Alis no Phantasy Star II que conhecemos hoje.
Porque...?
Simples: O próprio jogo do Phantasy Star II denomina o nono personagem como Alis...
Como...?
É aí que entra o bugue:
Para fazê-lo, você precisa do código de Game Genie que eu descobri através da modificação de outros códigos “A9DS-8AAL”, que insere Shir a força na segunda posição do agrupamento da fila indiana, em seguida, insira outras Shir’s no grupo. Para isso, com o código ligado, basta mudar a posição dos personagens colocando os outros personagens que não seja Shir na segunda posição, o resultado será este:

Depois, vá para uma loja qualquer e fique entrando e saindo até que pelo menos duas das Shir’s desapareçam do grupo (Obs: Após isso, desligue o código de Game Genie)... Logo em seguida retorne para a casa de Rolf. O resultado será esse:

Tanto faz responder sim ou não, só não a renomeie, ela será denominada nesse momento como Folha de Maruera, como Rudo, ou Shir ou qualquer outro nome dependendo da situação. Agora recrute este personagem para o grupo. A posição dele estará conforme indicada na foto (Seta verde na foto) 7ª posição, 9º personagem, e observe que seu nome é Alis (Círculo verde na foto).

Com ela no grupo, vá até o Laboratório de Clones e pague M$T 6.240,00 para ressuscitá-la. O resultado será isso:

Uma mistura catastrófica de Mongolóide malhado com o filho da cruza da bruxa de Blair com o Freddy Krueger, ou seja algo que a natureza não deveria conceber... Agora entre numa luta, que será visto o resultado de um pecado mortal contra todos os Deuses Algolianos. Vai ser a coisa mais estranha já vista, interfere até nos inimigos.
Se continuar fazendo esse truque, a casa de Rolf, no final das contas, estará repleta por uma cambada de inúteis personagens anômalos cujo suas aparências gráficas reagem “disarmonicamente” aos elementos do cenário.
Apesar de não conseguir explicar o que aconteceu com Alis depois de GAIDEN, com isso concluo sem mais delongas a minha teoria sobre a presença de Alis Landale no Phantasy Star II. A questão é: Ela realmente está presente no registro mesmo embora nessa forma berrante que fora mostrada anteriormente.
Escrito por J. F. Souza à | |